
De onde me vem, Cordeona, o formigueiro
Que sinto n`alma, ao te escutar floreando,
E essa vontade de morrer peleando?
Será que um dia eu já não fui gaiteiro???
De onde me vem esse tropel no pulso,
E esse calor de fogo que incendeia?
Por que será que fico assim, convulso,
E só de ouvir-te o sangue corcoveia???
É o atavismo, eu sei, Cordeona amiga,
Sem que tu digas, sem que ninguém o diga,
Parceira guasca que nos apaixonas.
E, se mil vidas Deus me desse um dia,
Uma por uma delas, eu as daria,
Pra ter mil funerais de mil Cordeonas!!!
by Jayme Caetano Braun
Que sinto n`alma, ao te escutar floreando,
E essa vontade de morrer peleando?
Será que um dia eu já não fui gaiteiro???
De onde me vem esse tropel no pulso,
E esse calor de fogo que incendeia?
Por que será que fico assim, convulso,
E só de ouvir-te o sangue corcoveia???
É o atavismo, eu sei, Cordeona amiga,
Sem que tu digas, sem que ninguém o diga,
Parceira guasca que nos apaixonas.
E, se mil vidas Deus me desse um dia,
Uma por uma delas, eu as daria,
Pra ter mil funerais de mil Cordeonas!!!
by Jayme Caetano Braun





