sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Sorriso




Sorri que a vida é curta
e o tempo foge pelas janelas
da vida. Sorri que transmites
alegria aos que pululam ao
teu redor. Sorri que os olhos
brilham e falam de sentimentos
em ebulição. Sorri que me fazes
feliz no mergulho possível
nas janelas
de tua vida...




by Anne M. Moor
Foto trabalhada no pc por Rosa Régio

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Aquecendo meu coração


admiro o teu olhar
cruzando com o meu

beijo o teu sorriso
comungando a tua alegria

transmites doçura
adoçando minha vida

vivo porque vives
vives em mim...

sonho o teu sonho
desperto pela manhã
bebendo o sol
aquecendo meu coração

© Escrito por uma pessoa muito especial - um poeta do coração...

sábado, 22 de novembro de 2008

Pull the plug...


Ontem a noite, minha amiga e eu estávamos sentados na sala e eu lhe disse:
- Nunca quero viver num estado vegetativo, dependente de alguma máquina e fluídos vindos de uma garrafa. Se algum dia isso acontecer, puxa a tomada.
Ela levantou, puxou a tomada da TV e jogou fora meu vinho.

Ela é tãooooooooooooooooooo...

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Enxergando...


Quando começamos a enxergar o que está a nossa volta?
Quando acordamos ao que realmente existe?
Quando deixamos de desfazer os lugares que gostamos?

Um lugar que agrega pessoas de todas as idades
em momentos diferentes - domingos a tarde,
sábados a noite. Um lugar que conta histórias...

by Anne M. Moor

domingo, 16 de novembro de 2008

Letting go...


Letting go like saying goodbye
comes at a time past is past,
and life must be faced in a
new perspective…

Letting go is not as easy as
it seems. Anchors insist on
taking hold with grim and firm
persistence …

Letting go suddenly starts
like a breathe of fresh air
showing us where to start.

Letting go opens windows
to new horizons and paths
showing us the way to go!


© Anne M. Moor - 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Aprendizagens diferentes...


Meu avô (pai de minha mãe) era uma figura! Escocês, veio da Escócia para a América do Sul jovem e trabalhou e construiu família em Montevidéu. Sério, carrancudo, mas ao mesmo tempo divertido. Nos fazia rir mexendo as orelhas e brincando com os dentes postiços!!!! Mas foi com ele que aprendemos que "crianças devem ser vistas mas não ouvidas"... E só precisava UM olhar dele para aquietarmos. Quando ele ouvia as notícias - BBC - em rádio AM, as 20 horas, NINGUÉM respirava, muito menos falava.

Depois de aposentado, ele ia à feira para a minha avó, com listinha e voltava sem nada... 'porque está tudo muito caro'!!! Ele era alto e minha avó baixinha, mas saía-se de perto quando ela ficava brava e este era um contexto em que ela ficava uma fera!!!

O vô - Grandpapa como o chamávamos - foi à primeira guerra e voltou com a saúde debilitada, mas isso nunca foi impecilho para viver e construir uma família que o adorava, embora com um certo 'medo'...

Clique na imagem para vê-la melhor - vale a pena. Hoje me dou conta como tivemos sorte de sermos criados em uma família que deu tanto valor à família e soube, pelo exemplo, nos mostrar isso...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Avós... Continuando...

Esta foto é de minha avó - a mesma do post anterior - no seu batizado, em torno de 120 anos atrás. O vestido de batizado, branco, todo bordado a mão ainda existe. Ela foi batizada com o vestido, os filhos dela, todos nós netos e netas, além dos bisnetos e bisnetas. Este vestido viajou entre a América do Sul e a Europa várias vezes e a cada batizado é uma arte lavar, engomar e passar para o momento. Agora, quando estive na casa da minha prima na Inglaterra - onde está o vestido - falamos disso e me lembrou...

Lindo isso né?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Avós e cozinhas...



O último post do António lembrou-me de minha avó materna. Mulher de fibra que manteve a família unida mesmo que espalhada pelo mundo. Tanto que 20 anos depois que ela se foi, com 100 anos, nós, os netos continuamos unidos e espalhados pelo mundo. :-) Ela cozinhava como ninguém. Os cheiros habitam minhas memórias são muitos da comida da vó. Almoços, festas de Natal, Páscoa... O chá das quartas feiras em que reunimo-nos as mulheres da família, depois da escola, em volta de uma mesa cheia de quitutes todos feitos pela vó... Foi na cozinha dela que todos nós netos aprendemos a cozinhar, mesmo que inconscientemente. Ah cozinhas... Adoro cozinhas... Deve ser por isso que as fotos de minha família geralmente são em volta da mesa da cozinha :-)

Esta foto é da vó no seu aniversário de 99 anos em 1987.

domingo, 9 de novembro de 2008

Pendurado...


Você já esteve pendurado num fio,
no pincel, naquela corda...?
Já pulou no vazio?
O que houve?

A vida é uma corda bamba
o vazio um mistério a ser explorado...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Azuis


Olhar-se no espelho d’água
que reflete vida nos seus azuis,
traz átona imagens e sonhos
que dormitam por detrás de cada
par de olhos. Os riscos brancos
horizontais do céu contrastam com
os raios prateados verticais do rio,
dando um equilíbrio ao sentido
de vida demonstrado por cores
e pinceladas brilhantes!

© Anne M. Moor – 2008
Imagen: Caldeira da Moita Acrílico sobre Tela 30x90cm por António Tapadinhas - Meu amigo...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Feliz Aniversário


Para você, Lú...

FELIZ ANIVERSÁRIO!

Quando hoje lembrei-me de ti
lembrei que era um dia especial
para uma pessoa especial

Conheci-te nos meandros da web
pelas palavras e com as palavras
entrelinhas lidas com perfeição

Saudades tuas amiga
andas sumida...
Volta! Te amamos!

sábado, 1 de novembro de 2008

Caminhadas...


O brinde ao chute inicial dos festejos da formatura da Turma 2008

Começou em uma tarde de março em 2005. Voltava eu de quatro anos na administração da universidade e fora da sala de aula. Nervosa. Ansiosa. Feliz. Sempre adorei estar na sala de aula com meus alunos. Entro na sala e 30 e tantas carinhas me olhavam com a expectativa de quem ouviu falar muita coisa sobre mim – bom e ruim – olhos cheios de esperança ao enfrentar o novo.

Começamos o trabalho na disciplina Língua Inglesa III, determinando algumas regras básicas de convívio na sala de aula. Não houve uma recepção muito boa, mas eu tenho lá minhas idéias fixas sobre o que é certo e errado em um curso de Letras – curso de formação de professores de línguas materna e estrangeiras. A caminhada andou. Começamos a nos conhecer e refazer nossos conceitos sobre cada um – eles de mim e eu deles. Também eu havia recebido pré-conceitos sobre a turma, coisa que odeio! Uma turma jovem, muiiiiiiiiiiiiito jovem e altamente inteligente e inquieta. Uma delícia!

Hoje, paraninfa dessa turma, sinto-me tremendamente honrada e feliz. A caminhada continua nos próximos posts...