
profundos da alma a pousar
ora no sorriso e semblante de paz
ora em um olhar fundo de tristeza.
A mulher sofreu ao longo dos
séculos, assumindo seu papel
em silêncio. Silêncio quieto cheio
de um vozerio mal entendido.
O vigor da mulher a ensinou
a fazer diversas coisas ao mesmo
tempo, de “salto alto”
e sem pestanejar.
A mulher não é um ser maravilhoso.
É uma mulher e faz o que é de seu íntimo.
O homem não é ruim, é homem
e faz o que é de sua natureza.
© Anne M. Moor




