Ao observar as mãos em um momento de relaxamento no final de tarde, vejo as mãos de minha mãe. Descubro que são os dedos que me lembram de seu toque. Por mais que tenhamos sido diferentes, eu e ela, vejo-a em mim em instantes ínfimos. Somos fisicamente parecidas, o espelho chama-me no passar. As palavras que brotam por vezes fazem-me olhar por cima do ombro em busca dela! Sinto falta! Lembro dela com imenso carinho.
© Anne M. Moor









