quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Momento filosófico de duas trigueiras


Saudades de tempos leves de sedução
Momentos de ouro que reconhecemos
Ao deixar a felicidade nos invadir
Lances ímpares de vida intensa!

Que mais queremos?
Temos a quem amar.
Temos alguém a nos amar.
E estações de ouro vez por outra.

Vivemos uma liberdade consciente
Com a incoerência de deliciarmo-nos
Sabendo que importamos para alguém
Ato inerente ao ser humano.

© Anne M. Moor

Sonhos ou delírios?


A caminho de um borboleteio
De poucos dias, mas muita ternura
Vozes que sussurram em sonhos
Memórias renovadas
Amizades reinventadas
Vida intensa entre afetos

© Anne M. Moor

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Coisas"



Certas coisas não cessam de surpreender
E trazem uma sensação de conchego
A relembrar momentos ímpares
De carinho, paixão e amizade.

© Anne M. Moor

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Amar é sentir...



Amar é sentir, é desejar, é querer o bem, é querer-se
junto.  Encontrar-se no mesmo casulo,
feito quase sempre inesperado, traz paz, sossego
e desespero aos corações entremeados pelo vida.

Aperto no coração acompanha o dia-a-dia dos que,
ao entregarem-se ao amor, assinaram uma promessa
de querer estar junto para o que resta da vida.
Impossível? Talvez. Improvável? Talvez.

Medos habitam as almas repletas de magia e sentimento.
Medo de chegar perto e nunca mais querer-se separado.
Medo do que isso significa em uma sociedade moralista.

Momentos inexplicáveis de duas vidas entregues ao amor.
Instantes de relampejos de ternura e felicidade.
Horas de pura paixão, conchego e união.

© Anne M. Moor

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Leituras



Lemos, refletimos, escrevemos, vivemos.

Lemos a escrita, os espaços em branco,
o que não foi dito

Viajamos entre letras, palavras e espaços.
Tropeçamos nos pontos e dois pontos.
Patinamos nas vírgulas e no travessão.

Deciframos a vida nos momentos ímpares
de amizade, carinho e solidariedade
de tristezas, solidão e lágrimas.

Interpretamos nossos eus nos espelhos
que se apresentam em lugares obscuros.
Refletimos sobre os porquês que gritam.

Escrevemos com paixão e medo a vida que
vivemos, enterramos e reinventamos.

Continuemos...

© Anne M. Moor

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Sentir nas palavras de Fernando Pessoa



Sentir é criar. Sentir é pensar sem ideias, e por isso sentir é compreender, visto que o universo não tem ideias.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Pacote de peixe com cogumelos

Ingredientes


o 6 Unidade(s) de filés grandes de linguado (600 g)
o 1 Colher(es) de chá de sal
o 1 Xícara(s) de Ades sabor laranja
o 2 Colher(es) de sopa de cebolinha picada
o 12 Unidade(s) de tomates-cereja cortados ao meio
o 2 Unidade(s) de cebolas médias cortadas em cubos grandes
o 100 Grama(s) de cogumelos em conserva
o papel-alumínio a gosto
o azeite de oliva a gosto

Modo de preparo

• Modo de Preparo

o 1. Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).
o 2. Corte 6 quadrados de papel-alumínio com 30 x 30 cm, unte cada quadrado e reserve.
o 3. Em uma tigela, tempere os peixes com o sal, o suco a base de soja sabor laranja e a cebolinha. Reserve por 10 minutos
o 4. À parte em uma tigela pequena misture os tomates, a cebola e os cogumelos. Reserve.
o 5. Coloque um filé de peixe no centro de cada quadrado de papel untado e reserve o tempero. Distribua a mistura de cogumelos sobre os filés e regue com o tempero de suco a base de soja sabor laranja reservado.
o 6. Feche os pacotes apertando as extremidades do papel alumínio. Coloque-os em uma assadeira média (33 x 23 cm) e leve ao forno por 30 minutos. Sirva em seguida.
o 7. Você pode substituir a cebolinha ou coentro ou manjericão.
o 8. Sirva acompanhado de batatas temperadas com azeite de oliva e alho.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Telhados


Caminhar nos telhados alheios
Como gato a observar as estrelas
E a buscar um companheiro
Apraz-me! As coberturas
Que vejo da minha janela
Ao estar aqui sentada
Contam imensas histórias
De amores, de rixas, de vidas
Vividas com intensidade
Em períodos diferentes...

© 2010 – Anne M. Moor
Imagem: "Obidos" de António Tapadinhas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Viagens


Tenho estado em uma nuvem movediça
Recolhida a reflexões provocadas por sentires
Incoerentes e irritantes a me empurrarem
Ao aconchego da minha alma inquieta.

Sinto movimento de ventos e redemoinhos
A me cutucarem em direções outras
Acordo após um sono profundo
De renovação e reinvenção.

Ao dobrar a curva patinando
Deparo-me com oportunidades
A me chamar insistentemente
Em oscilações não muito compreensíveis.

© Anne M. Moor

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Desabrochar


Desabrochar no outono da existência
traz um sabor especial de bem estar:
É permitir-se, enfim, o prazer de viver.
É reconhecer-se mulher em todos
os sentidos possíveis.

Desabrolhar o âmago da flor que
em nós se esconde tão bem:
É libertar-se das amarras irracionais.
É perfilhar o perfume da rosa em
moradas outras.

Eclodir na maturidade de uma vida
bem vivida com prazeres, dores, angústias:
É continuar a caminhada em paz.
É enxergar as pessoas com outro foco.
É abrir os braços à vida!

© Anne M. Moor