sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Reflexões da madrugada...

Ao som da vida sentimentos e idéias se produzem enrolando-se na dúvida.

12 comentários:

Luisa Fernanda disse...

Y qué maravilla, si no fuera por la duda no existirían ni las civilizaciones, ni el progreso, pero lo mas importante...no tendríamos el temor al comenzar a amar ni sentiriamos delirio al entregarnos.

Flavio Ferrari disse...

Tum-tum, tum-tum, tum-tum ...

Jorge Lemos disse...

Felizes os que duvidam; eles encontrarão o caminho da busca.
Se permanecerem?
-Pró-réu!

Jorge Lemos disse...

Silabicamente (onomatopaicamente)o Flávio indica a melhor das decisões:
Fale mais alto coração
pois não consigo esconder
que a dor maior é a paixão
pela alegria de viver!

Anne esta saiu de "bate-pronto"
especialmente para você e seu sentimento.

Anne M. Moor disse...

Vcs são todos umas paixões...

A.Tapadinhas disse...

Anne, você é linda! de morrer! Diz coisas que me encantam e comovem! Mas... está apenas a desenvolver a sua escrita? Não acredito! Eu ainda sou muito novo (na blogoesfera:)) e já aumentei a minha capacidade de amar!
Abraço.

Anne M. Moor disse...

António, que prazer ter-te aqui... Volta semmmmmmmmmmmmmpre...
A leitura e a escritura são paixões de há muito tempo - ler e escrever é fazer amor com as palavras. Poesia alimenta minha alma. Sinta-se em casa e leia a vontade.
Abraços

ANA disse...

La literatura, el alma y las dudas,
la vida, el amor y el sentimiento,
palabras que empapan como lluvia los corazones ansiosos y sedientos de utopías y de sueños.
Anne, un abrazo
ana.

vittorio disse...

Na dúvida deixei-me ir pelo momento.
Perdoe a ousadia de responder a tão profundo pensamento com um repente que não quis calar-se.


As idéias surgem numa orgia criativa e o que foi, já era
A garganta seca, o nó apertado, o suor brotando na tez
O frio na barriga, o tremor nas pernas, a curta longa espera
A angustia da incerteza derrubando a certeza outra vez

Mas qual certeza?.......Será que sei?
Na dúvida, sigo a vida, não me perco no ah se eu!!!! .....
Deixei-me levar pelo tempo, de tanto lutar já cansei
O eu em mim, de tanto procurar se perdeu


Não há razão para tanta razão, sem certeza inexisto...
Ora por que me amola a incerteza do estar certo
Mas se penso logo existo...ou não será isto
As vezes certeza, seria bom a ter por perto


A vida duvida de quem tudo faz sem dúvida
Eu as tenho todas, de vez em quando encontro certezas
Na razão que as palavras dão a emoção vívida
Que o diga o tum-tum-tum-tum das nossas profundezas


O som da vida é a resultante da espera
Passa o tempo na cadência das emoções
Quanto mais longa se torna a espera ...feita mulher quimera
Desperta angustias, temores, sonhos e paixões


Fugidias, idéias e sentimentos, fizeram-se poesia no papel
Já não importa se corretas são as quadras e precisas são as rimas
Deixei-os ir ao sabor da vida como abelha no mel
Pois que são sua da razão de ser, suas matérias primas.

vittorio disse...

Pois que são sua razão de ser, suas matérias primas.


Corrigindo a tempo

Anne M. Moor disse...

Vittorio:
Que coisa linda brotou de uma reflexão pequena de madrugadas férteis! Em quanta poesia a desdobraste. Que emoção provocaste... Dizer mais o que? Vc é mestre das palavras e da poesia... Obrigada amigo que conheci na AMLAC!!!!

Anne M. Moor disse...

Desculpar o que Vittorio??? O `repente` trouxe palavras tão belas...