segunda-feira, 30 de junho de 2008

Aprende-se...


Uma magnólia no Caminho das Pedras em Bento Gonçalves - RS

Aprende-se com o silêncio
a reparar nas coisas mais simples,
a valorizar o que é belo,
a ouvir o que faz algum sentido...

Aprende-se com o silêncio
a conhecer amigos em conhecidos novos,
a ouvir o coração alheio
a aconchegar-se no convívio...

Aprende-se com o silêncio
que as pessoas são únicas
que os momentos trazem pérolas
que viajar juntos descortina amizades...

© Anne M. Moor – 2008
Escrito na chegada da excursão a Bento - 29/06/2008

18 comentários:

Flavio Ferrari disse...

......
......
......
......
......

Anne M. Moor disse...

Flávio:
????????????????????????????????
Beijos perplexos :-)

Angela disse...

E que só acontece quando estamos na mesma sintonia.
Bjo

Aprendi mais uma:
...... = comentário silencioso

;-)

rosa disse...

bah! linda! sensibilidade a flor da pele

Anne M. Moor disse...

Angela,
Mataste a charada hahahahaha...
Beijão

Anne M. Moor disse...

Rosa (Régio???)
Obrigada. Que bom que gostaste e agora tens o endereço pra vir mais vezes. Sintas-te em casa.
Beijos

Ernesto Dias Jr. disse...

Psiu!

A.Tapadinhas disse...

Para um post com comentários minimalistas, só posso dizer que na culminância da metempsicose bárbara de que tenho apanágio e no misticismo arcaico em que bruxuleia o meridiano do meu subconsciente, salienta-se o ignoto paroxismo que caracteriza a ideossincracia de quem os faz. E eu já fiz... uff!!!
Beijo cansado.
António

Amanda Arthur disse...

É no silêncio que costumo encontrsr as maiores respostas.

Derek disse...

Muito bom!!!
O difícil é estar em silencio...

Anne M. Moor disse...

António,
Amém!
Beijos embrulhados :-)

Anne M. Moor disse...

Ernesto,
Very apt... :-)

Anne M. Moor disse...

Amanda,
Quando conseguimos que o silêncio que nos acompanha seja amiga encontramos muitas respostas...

Anne M. Moor disse...

Derek my luv,
Difícil por no mínimo 2 razões:
1) Como diria o teu avô, eu tenho diarréia verbal;
2) As vezes a gente quer se esconder do silêncio que descortina mais do que amizades...
Mas o silêncio não necessariamente significa solidão...
Beijão

Luis Filipe Diniz disse...

Caro A. Tapadinhas,
desculpe o atrevimento, mas
gostaria de ter acesso ao texto integral, de onde retirou parte do seu comentário, nomeadamente: "Na culminância da metempsicose bárbara de que tenho apanágio e no misticismo arcaico em que bruxuleia o meridiano do meu subconsciente, salienta-se o ignoto paroxismo que caracteriza a idiossincrasia(...)"
Penso que foi publicado num jornal ou revista da década de 50. Porventura não tem acesso À versão integral?
Com os melhores cumprimentos,

Luis Filipe Diniz.

Anne disse...

Luis Felipi

Postei o texto lá no meu FB para o António ver teu comentário e pergunta. Volta sempre.

abraços
Anne

luisfdiniz disse...

Muito obrigado, Anne!

Abraços!

A.Tapadinhas disse...

Anne: É a resposta ao amigo Luís Filipe Dinis.

Luis Filipe Diniz

Amigo,

Lamento não poder valer-lhe no seu pedido. Se bem me lembro, este texto faz parte de uma crítica de cinema. Era um discurso que eu fazia recorrentemente nos programas em que participava porque servia para qualquer situação, com a introdução de algumas palavras mais ou menos apropriadas ao acontecimento.

Melhores cumprimentos,
António Tapadinhas