terça-feira, 29 de julho de 2008

O gongo

Uma das coisas que fiz na terra natal foi visitar meu tio, irmão de minha mãe, que vive lá. Conversamos... O acompanhamos e em uma das visitas, olhando ao meu redor, dei de cara com o gongo. O gongo que era de minha avó e que ficou pra ele. Memórias inundaram minha mente. Imagens de crianças correndo pela casa. Cada vez que passávamos no gongo, pegávamos o ‘martelo’ e batíamos com força! E, claro, saíamos correndo. Risadas muitas. Barulho de pezinhos se atropelando na inocência de achar que a avô não sabia o que fazíamos.

19 comentários:

Suzana disse...

Ta vendo?!
VocÊ falou em memória?
E o post abaixo? kkkk
brincadeirinha!
bjs

Anne M. Moor disse...

A memória de longo prazo está intacta... Hahahahahahahahahaha Agora a de curta...........
Beijão

Angela disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Angela disse...

Anne,
Imaginei direitinho...
Os pezinhos radiantes de alegria. Todos sãos e "salvos pelo gongo". :-D
bjo

Flavio Ferrari disse...

Agora dá para usar para meditar ...

A.Tapadinhas disse...

Tira gg
Põe bb
A perninha do n
Dá um tombo.
Tinha gongo
Fica bombo.
Não zombo!

Beijo.
António

Anne M. Moor disse...

Adoro vcs sabiam????

Beijos de bom dia

RESSACA disse...

Aqui nasceu o Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...

Anne M. Moor disse...

Obrigada pela visita 'Ressaca'. De onde vens?

Jorge Lemos disse...

Fez-me lembrar a minha infância.
O desafio em casa era o de saber quem teria coragem de desafiar a avó, soando o gongo? Levei cada surra...

Anne M. Moor disse...

Estranhamente não me lembro das surras :-) Minha avó era uma pérola! Meu avô, mais sério e mais dado às surras...
Beijão Jorge

Maria disse...

É bom lembrar a infancia quando se cruzam estes recantos da vida. Nos vemos e nos gostamos, voltam as rizadas e a falta de medo. Tudo fica bem mais simples.
Bjs

Anne M. Moor disse...

A infância foi, PRA NÓS, um momento bom e foi bom conosco... Mas o que me aflije é saber de todas as crianças que tiveram e/ou não estão tendo essa sorte...
Beijos amiga

Anônimo disse...

Anne fez me lembrar da minha infância, eu todos os dias ia a casa dos meus avós que moravam no sitio,do outro lado da estrada de mninha casa e minha avó nunca deixava a gente entrar no quarto dela e eu morria de curiosidade, um dia desapercebida entreiiii e o quarto era lindo...mobilia escura, cortina muito bem trabalhada e o que mais me achou a atenção e que eu nunca tinha visto era um abajour com uma lampadinha vermelhaaaaaaa...fiquei maravilhada com aquilo!!!!Meus avós tinham muito bom gosto!!!Obrigada por me fazer lembrar disso através do seu Gongo!!!Beijos!Estrelinha

Derek disse...

O seu gongo..
Os meus elefantes, Churchill e as cabeças...
É muito aconchegante!

Anne M. Moor disse...

Com o fato de que o gongo não é meu, é do U. John... :-) Todos nos trazem lembranças...
Beijão

Jorge Lemos disse...

As surras e os castigos não eram praticados pela Baaronesa, mas sim pela minha mãe, educadora formada pelos moldes germânicos das palmatórias. Os castigos valeram
pela formação disciplinar. Não condeno. Eu era da pá virada, rebelde e ousado. Daí...
Fiz-me herdeiro da Custódia Ferreira Leite, minha avó, pela grande semelhança de carater com o seu marido, o desbravador Caetano Jorge Gomes, o que deu costado e segurança a formação de cidades e vilas do seu tempo. Admiro a força e a coragem dos heróicos personagens daqueles tempo. Custódia, minhá avó, morreu aos seus 115 anos. Ela com 95 anos me
escolheu como seu par para o baile
de seu aniversário. Eu, com apenas 20 anos, privilégio que provocou
ira em alguns parentes.
Como é bom lembrar estes tempos passados repletos de surpresas e curiosidades.
Você, com suas postagens inteligentes, nos leva a uma viagem através do tempo. Grato.

Jorge Lemos disse...

tempos.

Anne M. Moor disse...

Obrigada Jorge!
Relembrar e compartilhar momentos da minha caminhada é algo que aprendi a fazer por aqui e que me ajuda a entender quem sou e onde estou...
Abração amigo rebelde :-)