quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pedras


Gosto tanto de viver, embora vez por outra tropece nas pedras que povoam o caminho. Mas ELAS são os desafios que constroem as escolhas! De provocação em provocação abrimos trilhas de significado para vagar por entre as árvores que fincam raízes e esticam seus galhos em direção ao espaço do voo da águia. Aprendemos a ser livres, ao mesmo tempo em que estamos presos às escolhas que fomos fazendo... Gosto mais de trilhas do que de estradas, pois as veredas arriscam-se nos desvios que se me apresentam. Viver tem sido perambular e fazer escolhas, arriscar, errar, cair e levantar. Sempre levantar...

15 comentários:

Graça Pereira disse...

Minha Querida
A isso (cair/levantar) eu chamo viver.
Se a vida fosse uma recta, sem curvas, nem obstáculos...cairíamos numa apatia devastadora!
Há pedras?Aprendemos a pôr o pé num pequenino espaço sem cairmos e sorrimos de alegria com a nossa vitória!
Beijo e bom fds
Graça

Batom e poesias disse...

Oi Anne.

Leio sempre seus comentários no "arguta" e vim cá conhecer a dona.

Adorei seu cantinho.

Gosto mais de trilhas que de estradas, também.

Abços
Rossana

Flavio Ferrari disse...

Mas uma trilha bonitinha e sossegada não é nada mal ... como dizia meu avô, melhor ser rico e com saúde do que pobre e doente.

Flavio Ferrari disse...

Rossana: minhas amigas são muito boa gente ...

Anne M. Moor disse...

Graça P.

As vezes torcemos o pé, mas seguimos em frente. Concordo, sem obstáculos a vida não teria graça!!

Beijos :-)
Anne

Anne M. Moor disse...

Rossana

Que sejas muito bem vinda. Entra, senta, pega um cafezinho e lê tudo que quiseres. Participa de meus delírios :-)

bjo
Anne

Anne M. Moor disse...

Flávio

As trilhas são tudo de bom. Obrigada meu amigo :-)

bjos
Anne

Jorge Bichuetti - Utopia Ativa disse...

Querida Anne, viver é perigoso; não se arriscar entre pedras e espinhos é morrer, vivendo... " Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima..." Seu poema acrescenta: podemos voar com as aguias... Lindo! Abraços com carinho e ternura, Jorge

Anne M. Moor disse...

É Jorge B., podemos mas ando numa onda que acho que perdi as asas :-(

beijos
Anne

Carlos Eduardo Leal disse...

Ah, as veredas
Tão cheias de atalhos, palavras-pedras, palavras-galhos, palavras-tropeço, mas que nos dão vida!
Bjs
Carlos Eduardo

Anne M. Moor disse...

Carlos Eduardo

As veredas da vida. Ah se falassem... rsrsrs

beijos
Anne

Silvia King Jeck disse...

Todos têm-se mostrado enveredados com teu precioso texto. Eu fico só com as pedras. Sempre me acompanham pela vida e já me foi dito que tenho forte vínculo com elas. Daí o romance que teimo em escrever chamar-se Ruas de Pedras.

Anne M. Moor disse...

Ah minha amiga de caminhadas!

As pedras contam suas próprias histórias nénão?

beijão
Anne

Carlos Eduardo Leal disse...

Olá Silvia,
Tomo carona e liberdade aqui no blog da Anne para dizer que estou esperando pela sua "Ruas de Pedras"!
Escreva, escreva, escreva.
Bjs

Silvia King Jeck disse...

Pois é Carlos Eduardo. Algo ainda está me segurando para continuar. Já que não é falta de inspiração deve ser de transpiração. Este ano termino.......